domingo, 12 de setembro de 2021

Morre o empresário Ailton Messias

Faleceu às 9h, desta segunda-feira 13, em Itabuna, devido a complicações cardíacas, o empresário Ailton de Melo Messias, internado desde o mês passado na Santa Casa de Misericórdia (Hospital Calixto Midlej Filho), do qual foi provedor por várias vezes.

Ailton Messias foi presidente do extinto Grupo de Supermercados Messias, que durante muito tempo foi a maior rede de supermercados do interior do estado, nos anos 70, 80 e 90.

Amava Itabuna e o seu povo como poucos, sempre atento aos problemas da cidade, sejam nos movimentos empresariais, políticos ou sociais, se posicionando como uma grande liderança. Também foi um dos fundadores da CDL Itabuna, sendo seu presidente, bem como da centenária Associação Comercial de Itabuna (ACI).  

Nota de Pesar da CDL e ACI
A Associação Comercial e Empresarial de Itabuna manifesta profundo pesar pelo falecimento do ex-presidente da ACI e CDL, Ailton Messias, ocorrido neste domingo, 12 de setembro.

No ano de 2016, o ex-presidente foi homenageado pelo presidente na época, Ronaldo Abude, que destacou a importância do empresário para Itabuna. “O senhor Ailton Messias é uma figura empresarial muito importante, que além de ter contribuído muito com os seus empreendimentos, demonstrou-se uma pessoa muito humana. Ele abraçou a causa da Santa Casa por muitos anos, quando a instituição passou por dificuldades, e ainda exerce uma função com muita dignidade à frente do setor de compras no Hospital Manoel Novaes”, revelou o ex-presidente Ronaldo Abude em 2016.

Neste momento de grande tristeza, rogamos a Deus que conforte os familiares e amigos pela perda irreparável. 

[Fonte: Expressão Única]

domingo, 18 de abril de 2021

Grupo de Teatro organizado por Armando Freire e Brasilino Neli

 

Grupo de Teatro organizado pelo Dr. Armando Freire e Brasilino Neli em 1934. 

Na frente: Lourdes Gravatá, Armandina Freire, Bernadete Gravatá e Gabriela Alves.

Atrás: Miguel Hirs, Dr. Alberto Galvão, Rubens Santos, Elísio Araújo, Brasilino Neli, Dr. Armando Freire, Aguiar, Prof. Vicente Cruz e Josias Mota.

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Escola de Música do Prof. Agenor

 

Escola de Música do Prof. Agenor Gomes em 1925 - com os seguintes alunos (alguns não tem identificação): 

1 - Waldir Souza
2 - Waldete Souza
3 - Denise Conceição Rebouças
6 - Professor Agenor Gomes
7 - Ermita Moura
8 - Florisbela Almeida Alcântara
9 - Neide Rocha
10 - Marianinha Almeida Raiol
11 - Armandina Freire
12 - Áurea Rebouças de Brito
14 - Alice Gemal
15 - Alzira Góes
16 - Anita Ayres
17 - Laura Freire
18 - Nair Reis
19 - Otaciana Pinto
20 - Kafa Kauark

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Garanta um exemplar grátis da nossa revista no Café Pomar!


As pessoas continuam indo ao Café Pomar para ganhar seus axemplares da nossa Revista de Passatempos. 

Endereço: 
Av. do Cinquentenário, S/N 
(Em frente à Praça Santo Antônio) 
Itabuna – Bahia 

Facebook: 
Instagram: 

Aqui temos: Thainan Nicácio (TV Cabrália) e Danilo (gerente do Café Pomar); Ze Boca; Sr. Antônio da Loja de Cereais; Carlos Alberto Dendê (coordenador de programação da TV Cabrália).





quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Distribuição da Revista de Passatempos na FICC


Nossa equipe visitou ontem, 26 de janeiro, a equipe da FICC (Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania) na sua nova sede, no Teatro Municipal Candinha Dória. No momento, a equipe ainda encontra-se em fase de instalação e adaptação ao novo espaço, mas mesmo assim, conseguimos realizar a distribuição da Revista de Passatempos em diversos setores da FICC. 

Diego Pitanga, Diretor Financeiro

Ireni Leão, chefe de Planejamento e Projetos Culturais 

Virgílio Sena, Diretor de Turismo 

Leo Fraga, Chefe de Gabinete

Ícaro Viana, Diretor Jurídico

Abaixo, uma cena interessante: Janaina Huang, criadora da Revista de Passatempos, entrega exemplares a Diego e Leo, que em seguida entram em uma batalha para ver quem completa um "Jogo dos 7 Erros" primeiro.





sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Lançada a Revista de Passatempos da História de Itabuna


Foi lançada na sexta feira (08) uma revista de passatempos produzida pela página História de Itabuna. Produzida por Janaina Huang, com o apoio de José Carlos Almeida, o trabalho apresenta, em 16 páginas, a possibilidade de se divertir à moda antiga, e ao mesmo tempo, tomar conhecimento de curiosidades históricas da cidade. 

A Revista de Passatempos História de Itabuna é resultado de projeto aprovado pela Lei Aldir Blanc, da Secretaria Federal da Cultura, lançada e gerenciada em Itabuna por uma equipe montada pela FICC (Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania). 

Conteúdo

Basicamente, a Revista de Passatempos é uma pequena coleção de desafios clássicos, como Palavras Cruzadas, Caça-Palavras e Jogo dos 07 Erros. Mas enquanto a pessoa vai resolvendo, também vai conhecendo um pouco mais sobre locais, acontecimentos, empresas e pessoas que fazem parte da história, tanto a história centenária quanto a mais recente e contemporânea. Um lançamento que, apesar de ser impresso (em papel, como as velhas revistas das bancas), oferece uma experiência interativa, com caneta na mão.

Distribuição Gratuita

Toda a tiragem inicial da revista (1.000 exemplares) deverá ser distribuída gratuitamente, em pontos estratégicos. O primeiro ponto de distribuição é o Café Pomar, tradicional ponto de encontro de Itabuna. Localizada na Av. do Cinquentenário (bem ao lado da Igreja Santo Antônio, de frente à Praça Santo Antônio), sem dúvida é a mais histórica lanchonete de Itabuna, em funcionamento desde 1943. Passe lá no Café Pomar e solicite um exemplar gratuito diretamente no caixa.

A Revista de Passatempos História de Itabuna também tem sido distribuída em repartições públicas municipais (Secretarias, FICC, Emasa etc). Se você já tem a sua, faça uma selfie e manda pra que a gente publique na nossa página!

 


domingo, 22 de novembro de 2020

26 túmulos de pessoas importantes na História de Itabuna


Em um rápido passeio pelo Cemitério do Campo Santo, em Itabuna, passamos pela grata experiência de encontrar os locais do descanso eterno de pessoas muito importantes na história centenária de Itabuna. São personalidades de diversas épocas, profissões e atuações (médicos, coronéis, empresários, fazendeiros, artistas, religiosos, líderes políticos etc), mas todos com uma coisa em comum: deram, cada um do seu jeito, valiosas contribuições para que a Vila de Tabocas se transformasse na Itabuna que temos hoje. Uma grande parte dessas pessoas já apareceu na nossa página História de Itabuna (Facebook e Instagram), outra ainda aparecerá.

Respeitosamente registramos e divulgamos aqui seus túmulos e lápides, como forma de agradecimento e homenagem a esses valorosos homens e mulheres que tanto fizeram pela nossa cidade. 


José de Almeida Alcântara, ex-prefeito de Itabuna.

Aqui estão Sepultados o jurista e líder político Gileno Amado, sua esposa Amélia Amado e a filha Maria Célia.

Coronel Henrique Alves dos Reis, o "coronel negro" (era descendente de escravos), grande líder político, considerado "amigo solidário e inimigo perigoso".

Cordolina Loup dos Reis, viúva do Coronel Henrique Alves dos Reis.

Calixto Midlej Filho, empresário e homem de atuação em diversos setores da sociedade itabunense - inclusive foi um dos diretores da Santa Casa da Misericórdia, administradora do cemitério.

Família do Coronel Oscar Marinho Falcão, um dos grandes fazendeiros e empreendedores da cidade.

Coronel Ramiro Nunes de Aquino. Também está sepultada aqui a esposa Avelina.

Família do Coronel Tertuliano Guedes de Pinho, proprietário da Fazenda Burundanga.

Paulino Vieira (empresário)

Irmã Catarina (Maria Catarina de Carvalho Luna), a bondosa freira que vendia biscoitos para sustentar o Educandário Cordolina Loup dos Reis.

Eshter Gomes de Oliveira e Daniel Gomes de Oliveira, mãe e irmão do prefeito Fernando Gomes.

Kocó Jr (Clóvis Fiqueiredo Gomes Jr.), o carismático e talentoso cantor da banda Lordão.

Pastor Hélio Lourenço, fundador da Igreja Batista Teosópolis em Itabuna.

Selen Rachid Asmar, professor e empresário.

Dr. Moacir José de Oliveira, ortopedista.

Tarik Fontes, empresário.

Professora e Parteira.

Ottoni Silva (jornalista) e sua esposa Eva B. Silva.

Família Osmundo Teixeira (empresário).

Tito Tabosa (empresário).

Coronel Nicodemos Barreto.

Dr. Dilson Cordier (médico).

Ossário da Família Cordier, onde estão os restos mortais de, entre outros, 
o ex-prefeito Fernando Cordier.

Lafayette Borborema, jurista e líder político.

Antônio Setenta, fazendeiro e empresário.

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Meu Rio Cachoeira de antigamente

 Por Walmir Rosário*

Confesso que sou um pouco saudosista, mas quem há de resistir àquelas boas lembranças dos tempos de criança e adolescente? Poucos insensíveis, diria eu, recordando a belezas e a funcionalidade do rio Cachoeira dos anos 1950/60. A beleza plástica está quase toda registrada nas telas dos nossos artistas, com suas pedras à mostra, às vezes nem tanto, pois também serviam de “quarador” para as centenas de lavadeiras de ganho, ou de casa, que utilizavam as abundantes águas.

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Desafio: mostre que você conhece a História de Itabuna

Se você costuma dar uma passadinha aqui no nosso site, na página do Facebook ou no Instagram, provavelmente encontrará as respostas de todas essas perguntas nas nossas postagens. Divirta-se, aprenda mais sobre a nossa cidade e compartilhe com seus amigos.
 




terça-feira, 25 de agosto de 2020

Irmã Catarina de Jesus



Maria Catarina de Carvalho Luna, na verdade, Maria Catarina de Jesus, há 67 anos, ao assumir o nome de Cristo em seu casamento com ele, nasceu em Santo Amaro da Purificação, no dia 29 de abril de 1904. Entrou para o covento ainda criança, aos nove anos de idade, após a morte de sua mãe. Lá permaneceu como uma verdadeira freira - usava o hábito, fazia retiros e acompanhava o trabalho da madre superiora.


No Convento dos Humildes, que pertence à Congregação de Nossa Senhora dos Humildes, em Santo Amaro, a jovem Cata rina viveu - como nos contou quando ainda estava lúcida -, a melhor infância que Jesus pôde lhe oferecer. Mas, aos 18 anos e ainda inocente, veio para Itabuna, trazida por um dos seus seis imãos. Aqui, aconteceria o casamento de um deles e também acentuava-se a saudade da vida no Convento. "Eu vim pra cá mas não gostei. Então quis voltar. Pelejei, mas nenhum deles deixou", contava ela com graça e no seu linguajar.

Assim, para não se "aperrear mais ainda, calou a boca e durante três anos seguidos trabalhou, ganhou dinheiro, comprou seu enxoval e deu aos irmãos "num primeiro de abril". De fato, sua fuga de Itabuna para o Convento aconteceu mesmo em um dia primeiro de abril.

Alguns anos mais tarde, como freira, depois de dedicar-se intensamente ao trabalho realizado na sua cidade natal e em Salvador, ela veio à Itabuna visitar a família. Não sabia ela que, nesta cidade, uma obra de peregrinação pelos pobres a aguardava.

"Encontrei aqui umas meninas perdidas, à toa, e me deu aquela vontade de abrir um orfanato. Parece que foi Nosso Senhor quem mandou", dizia ela convicta. Foi a Santo Amaro tentar obter a aprovação da madre superiora, que achou a ideia "uma loucura", já que Irmã Catrina não tinha dinheiro para a obra.

De fato, dinheiro não havia. No entanto, por intermédio do então juiz da cidade, Dr. Claudionor Ramos, irmā Catarina ficou sabendo da existência de uma casa que seria doada para uma instituição de caridade. A doação seria feita em um prazo de 3 anos; só dois anos a madre superiora da Irmā Catarina levou para conceder a licença, o que somente aconteceu a poucos dias de esgotar-se o prazo. Finalmente, em 18 de maio de 1956, o Educandário Cordulina Loup Reis foi aberto.

O começo foi muito duro, Irmã Catarina levou para o orfanato 25 meninas. "Eu comia as ervinhas do campo, porque não havia dinheiro para alimentação. Viajava a pé de lá até Itabuna. Saia às 7 horas e chegava na cidade às 11 horas. Pedia esmolas para sustentar as crianças. Assim, com a ajuda de alguns, e recebendo contribuições da sociedade local, ela conseguiu levar adiante a obra, Mais tarde, a casa tornou-se pequena para o número de órfäs que já abrigava, aproximadamente 50 meninas, e através do então prefeito Miguel Moreira, marido de dona Elvira dos Reis Moreira (Dona Senhorazinha), que era proprietária da fazenda onde está o imóvel doado à obra de caridade, Irmã Catarina conseguiu mais três hectares e meio, onde construiu uma casa maior.

Durante 36 anos irmã Catarina andou pelas ruas de Itabuna vendendo biscoitinhos feitos de nata, santinhos, marcadores de livros e flores artificiais, tudo feito por ela e pelas irmãs que participavam da obra, para promver a sobrevivência das internas.

No orfanato dos Humildes existe uma escolinha onde as crianças têm o curso primário completo. No entanto, o orfanato está precisando urgentemente de ajuda para continuar sustentando as crianças e para manter acesa uma obra que sempre foi a razão da vida desta ima dos Humildes: a Irmã Catarina de Jesus.